O ORFEÃO DE AROUCA na Ega

10 12 2010

HISTORIAL DO ORFEÃO DE AROUCA

Fundado no ano de 1985, por iniciativa do então director musical, Prof. Ramiro Fernandes, apresentou-se pela primeira vez em público, em Arouca, em 1986, na festa de D. Bosco.

Constituiu-se em Associação de direito privado em 02/08/95 e é formado por cerca de 35 elementos. Interpreta música polifónica de compositores nacionais e estrangeiros, divulga “Cramóis” que estão recolhidos no Cancioneiro de Arouca, canta as Janeiras e entoa música religiosa em festividades e casamentos.

Organiza Encontros de cantadores de Janeiras e de Coros em Arouca. Neste ano de 2010 foi o XXIV de Janeiras e o III Encontro de Coros Nádia Oliveira, (XIX Encontro de Coros de Arouca). O I Encontro de Janeiras data de 1987 e o I de Coros de 1992, sempre realizados no terceiro sábado de Janeiro e primeiro de Junho, respectivamente.

Como Coro tem exibido as suas obras em diversos distritos de norte a sul do país. Participou também no encerramento das comemorações do 25º aniversário do Coro da Sé Catedral do Porto , juntamente com 14 Coros da Diocese, num total de 450 elementos, com a cantata “ O Paraíso”, obra para o grande Coro e Orquestra do Cónego Ferreira dos Santos. Esteve duas vezes na RTP. Em 16 de Fevereiro de 1996 no programa de José Hermano Saraiva e em 02 de Janeiro de 2004 no programa Praça da Alegria. Maestro e actual director musical: Ivo Brandão. Ensaia duas vezes por semana na Casa da Cultura de Arouca , não tendo sede própria .

DIRECTOR ARTÍSTICO – IVO BRANDÃO

Iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos, com a Dr.ª Paula Noites. Após alguns anos de trabalho com o Prof. Jorge Costa, ingressou na Academia de Música de São João da Madeira. Em 1997, ingressou na Escola Diocesana de Ministérios Litúrgicos, onde trabalhou Piano, Órgão, Harmonia e Direcção Coral. Frequentou também a Escola de Música da Banda Musical de Arouca e fez parte da Orquestra Ligeira daquela Banda. Trabalhou também Percussão, com o Prof. Joaquim Alves e frequentou o Curso Livre de Percussão da Academia de Música de Espinho, sob orientação do Prof. Hugo Vieira. Concluiu o 5.º grau, na classe de Guitarra Clássica do Prof. Augusto Pacheco, na Academia de Música de Vilar do Paraíso. Integrou a Orquestra de Guitarras daquela Academia, sob a direcção do seu professor, tendo participado em vários concertos, destacando-se: FNAC Vila Nova de Gaia, Casa de Portugal em Paris   Plaisir), Casa da Música e Europarque.

Fez parte do Coro de Câmara de São João da Madeira, sob a direcção do Maestro António Sérgio Ferreira. Participou na preparação e apresentação de várias obras corais-sinfónicas, destacando-se o «Requiem» de Maurice Duruflé, «Sinfonia n.º 9» de Beethoven, «Prometeu, ou o Poema de Fogo» de Alexander Scriabin e o «Requiem» de João Domingos Bomtempo. Teve oportunidade de ser dirigido por maestros como António Sérgio Ferreira, Miguel Graça Moura, Cesário Costa, António Vassalo Lourenço, José Ferreira Lobo, Osvaldo Ferreira, Pedro Monteiro, Artur Pinho e Pedro Neves, com várias orquestras, destacando-se a Nacional do Porto, Filarmónica das Beiras, Orquestra do Algarve, Orquestra Clássica de Espinho e Aproarte.

Como percussionista, participou também em vários concertos com a Orquestra do Norte.

Actualmente é aluno de órgão do prof. Nicolas Roger.

Frequentou o Curso Nacional de Música Sacra, sob a orientação do Cónego Dr. Ferreira dos Santos, na vertente de Direcção Coral.

Licenciou-se em Comunicação Social, na Escola Superior de Jornalismo do Porto.

Venceu o concurso Novos Criadores 2005, promovido pela Câmara Municipal de S. João da Madeira, na categoria de Música, com a obra «Banda Sonora para o filme de uma Cidade», e, com o quarteto jazz D’Arc, classificou-se em 2.º lugar na Gala Novos Talentos do Casino da Figueira.

Desde Abril de 2006, tem a seu cargo a direcção musical do Orfeão de Arouca.

É aluno da licenciatura em Música (Teoria, Direcção e Formação Musical) na Universidade de Aveiro.

PROGRAMA

Cancioneiro de Arouca

  • Adeus, ó vila de Arouca
  • Ó lírio, ó ai
  • Nós de cá e vós de lá

Polifónica

  • Dorme, dorme meu menino – Mário Sacramento
  • Pastores que andais na serra – Arr. Fernando Lapa
  • Confusa, perdida – F. Lopes Graça
  • Avé Maria – Júlio Dominguez
  • No la devemos dormir – Cancioneiro de Upsala

Orfeão de Arouca e a Orquestra de Sopros da Banda Musical de Arouca - foto de MNujo em Junho 2010





Cantar das Almas 2010

2 03 2010

Rancho da Eira Pedrinha





Exposição de Artesanato

5 12 2009

Exposição de Artesanato de

Fátima Costa,

Conceição Durão

e Alda Judite.

5 de Dezembro de 2009 às 15h00
Cine-Teatro de Condeixa





O Grupo Coral de Oiã

1 12 2009

O Grupo Coral de Oiã nasceu em 22 de Fevereiro de 1991, tendo o seu “baptismo” ocorrido em Julho do mesmo ano.

O G. C. de Oiã está integrado na secção Cultural do Centro Social de Oiã, (IPSS) que lhe cede as suas instalações e suporta financeiramente parte das suas despesas, gozando em tudo o mais, de inteira autonomia.

Os ideais dos seus mentores eram a divulgação da música Coral e o enriquecimento cultural da sua terra. O Grupo continua fiel a esses ideais e tem mantido sempre uma intensa actividade, organizando três concertos por ano: Reis, Primavera e o do Padroeiro.

Nas organizações referidas, destacaram-se, pela superior qualidade dos participantes, as recepções ao Coral de S.º Petersburgo da Rússia e aos Orfeões Universitários de Salamanca e da Universidade Central da Venezuela. Organizou também o 5.º e o 9.º encontro de Coros da Bairrada.

Além das suas organizações e de cerca de 40 outras actuações na área do Concelho de O. do Bairro, o grupo já actuou em mais de 80 localidades, vilas e cidades de Norte a Sul de Portugal. Actuou também 11 vezes em Espanha, nas províncias da Galiza, Astúrias e Castilha y Leon. O grupo declinou alguns convites de outros Países e tem também cantado em várias dezenas de missas e casamentos.

O grupo é bastante eclético e é constituído por gente de diferentes escalões etários, compondo-o cerca de 40 coralistas.

O seu repertório é variadíssimo, indo da música da Renascença às músicas de cariz mais popular.

O professor Manuel Sarrico dirigiu o coro desde a sua fundação até Outubro de 2006. A maestrina Russa, Olga Dodanova, dirigiu o coro desde essa data até meados de Novembro de 2009. Neste momento o Grupo está novamente a ser dirigido pelo Professor Manuel Sarrico, um grande amigo do G. C. de Oiã e um apaixonado pela música.





Concurso

3 09 2009

inatelartes





141

25 07 2009

Voto o nome de António Pimentel a ser dado a rua de Condeixa-a-Nova. O nosso conceituado pintor de artes, foi mencionado no livro onde constam nomes como Van Gogh, Monet, RembranT, Cezane e outros. Sinto uma profunda saudade do amigo de infância que marcou presença no mundo das artes.

António B. Pires da Rocha,
Campinas, Brasil

Nota: Comentário à Rua António Pimentel





Topi – Petição

24 05 2009

Tendo por objectivo a recolha de assinaturas  a fim de que seja atribuído o nome de António Pimentel a uma rua da nossa sede de concelho,  vai-se colocar brevemente online uma petição para mais facilmente se chegar ao maior número de interessados. Igualmente a petição irá circular em papel para dar oportunidade às pessoas que não podem ou não tenham acesso à Internet.

Antes de encontrar o formato final e se passar à fase das assinaturas, abaixo publica-se o que já está feito até ao momento.

António Pimentel - Topi

António Pimentel - Topi

[Destinatários]
Exmos. Senhores
Presidente da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova
Presidente da Assembleia do Município de Condeixa-a-Nova
Presidente da Junta de Freguesia de Condeixa-a-Nova

[texto]
Queiram V. Exªs  aceitar a petição das entidades subscritas que pretendem seja atribuído o nome do pintor António Pimentel a uma rua da Vila de Condeixa-a-Nova, efectuando-se deste modo a justa homenagem de reconhecimento ao artista condeixense que pelo mundo fora dignificou o nome da sua terra natal.

Permitam-nos com um breve resumo biográfico recordar a V. Exª quem foi António Pimentel.

António Manuel Moita Pimentel nasceu em Condeixa em 22 de Janeiro de 1935.

Ainda adolescente inicia experiência artística com o pintor conimbricense Carlos Ramos e lições de cerâmica com o pintor Mário Oliveira Soares.

Em 1956 participa no 1º Salão de Artes Plásticas dos Novos de Coimbra.

Em 1957 realiza a primeira exposição individual, no Salão Do 1º de Janeiro em Coimbra. Nesse mesmo ano, funda com artistas estudantes o Circulo de Artes Plásticas da Associação Académica de Coimbra, dirigido pelo artista brasileiro Waldemar da Costa.

Em 1959 é convidado pelo Professor Doutor Bissaya Barreto para pintar os murais do Instituto Maternal de Coimbra.

Em 1960 vai para Lisboa onde trabalha numa agência publicitária com Alves Redol, Orlando da Costa, Luís Sttau Monteiro e José Carlos Ary dos Santos.

Convidado pelo Ministério dos Negócios Exteriores do Brasil, realiza uma viagem de estudo por esse país e radica-se no Rio de Janeiro, onde faz um curso de gravura no Museu de Arte Moderna, sob a orientação de Roberto de La Mónica. Ainda no Rio de Janeiro realiza uma Exposição onde obras suas são adquiridas por coleccionadores.

Convidado pela Fundação Calouste Gulbenkian recebe desta uma bolsa de estudo para Paris, onde frequenta o Atelier 17, dirigido por Stanley Thayry e a École Nationale des Beaux Arts, onde obtém o 1º prémio para estrangeiros.

Tendo residido longos anos em França, volta a Portugal em Abril de 1974, não sem antes ter ido a Londres, para assistir à selecção de uma gravura sua para a publicação “European Illustration” e ver os originais serem expostos na Royal Academy of Arts.

Como ilustrador, colabora com diversos escritores destacando-se as ilustrações para o livro de poemas de José Carlos Ary dos Santos, ” As Portas que Abril Abriu”, uma obra de referência acerca de ‘A Revolução dos Cravos’ a propósito do 25 de Abril de 1974.

Radica-se finalmente na sua terra, comprando duas casas: uma em Alcabideque (Casa dos Bentos) e em Bom-Velho, onde instala os seus ateliers. É lá que desenha para os Correios Telégrafos e Telefones, o selo comemorativo do Centenário de Amadeu de Sousa Cardoso e pinturas alusivas aos Descobrimentos portugueses para a Exposição de Sevilha 1992, Jogos Olímpicos Barcelona 1992 e “Escrita” (Literatura Portuguesa).

Expôs pela última vez no ano de 1997. A Casa da Cultura de Coimbra e o Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz acolheram nesse ano as suas últimas exposições públicas em vida.

Vítima de doença oncológica, Tópi (forma como era tratado pelos amigos) morre em 24 de Abril de 1998 na sua Casa dos Bentos, tendo sido sepultado no dia em que Condeixa comemorava o Dia da Liberdade.

Assim, pelo seu trabalho em prol da cultura, por perpetuar o nome de Condeixa ligado hoje e sempre ao seu vasto legado artístico distribuído por colecções públicas e particulares de todo o mundo, por não renegar as suas origens e por colocar o seu nome na História, julgamos com toda a convicção que atribuir o nome de António Pimentel a uma artéria da Vila de Condeixa, será de momento, a homenagem mínima que esta terra e as suas gentes poderá fazer postumamente para lembrar e dar a conhecer este filho da terra.

Esperando o bom acolhimento de V. Exªs, somos com a maior consideração:

[segue nome das personalidades subscritoras/assinaturas]

Durante duas semanas ficamos a aguardar as vossas sugestões comentando este post ou enviando mail para ruaantoniopimentel@gmail.com.

No dia 15 de Junho, caso haja consenso no formato final da petição, será iniciada a fase de recolha de assinaturas.

Contribua e dê a sua opinião.





É sempre bom lembrar…

22 05 2009

É sempre bom lembrar… julgo que a poesia de Ramiro de Oliveira se adapta ainda  bem a esta Condeixa (de 2009), mormente neste fim de semana primaveril, toda ela colorida e cheia de  movimento  com as suas  mil e uma actividades…

Condeixa (1957)

Esta Condeixa
Linda e honesta
Tem ar de Festa
Para encantar!
Nos seus recantos
Há tanta graça
Que se alguém passa
Tem de voltar.

Do velho outeiro
De rosa ao peito
Com ar e jeito
Gosto e magia
Até ao Bairro
De Condeixinha
Moça velhinha
Tudo é poesia!

São os moinhos gritantes
Noite e dia numa reza
Os palácios imponentes
Solares de rara beleza!

É o frondoso arvoredo
As fontes velhas…sou eu!…
A bendizer o segredo
Deste cantinho do céu.

poesia de  Ramiro de Oliveira
Condeixa 1957
Poesia de Ramiro de Oliveira em óleo sobre tela de João de Oliveira

P.S. (de Post Scriptum)

Ao sr. Luís Oliveira um grande Abraço e relembro-lhe que:
- Está um cantinho reservado neste sítio para divulgar a vida e obra dum dos grandes Homens de Condeixa, Ramiro de Oliveira.
Continuo a aguardar o seu contributo…há histórias que não sei contar.





Faz hoje anos…

23 04 2009

Faz hoje 11 anos que Condeixa perdeu uma das suas figuras mais ilustres.

A 24 de Abril de 1998 falecia o artista António Pimentel, Topi ou Tópi como carinhosamente era tratado entre os amigos.

Não seria já tempo da Câmara Municipal, democrática, homenagear este democrata, atribuindo o seu nome a uma das muitas ruas da vila? como escreveu e bem o seu condiscípulo e amigo Cândido Pereira.

António Pimentel - Tópi

António Pimentel - Tópi





Stockholm Lisboa Project

23 04 2009
Diagonal - Stockholm Lisboa Project

Diagonal - Capa do novo albúm

Conheces os   Stockholm Lisboa Project?
Lançaram um novo disco! 
No sítio dos Stockholm Lisboa Project podes ouvir o novo albúm.
www.stockholmlisboa.com








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