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O Grupo de Cantares da Freguesia de Vila-Seca, deseja ao Orfeão Dr. João Antunes, Boas Festas.

O Orfeão Dr João Antunes agradece e retribui com Votos de um Santo e Feliz Natal.
Que 2010 seja um ano de muitos sucessos para o Grupo de Cantares.
Hoje é dia Internacional da Dança e também do Sorriso
O Dia Internacional da Dança vem sendo celebrado no dia 29 de abril, promovido pelo Conselho Internacional de Dança (CID), uma organização interna da UNESCO para todos tipos de dança.
A comemoração foi introduzida em 1982 pelo Comitê Internacional da Dança da UNESCO. A data comemora o nascimento de Jean-Georges Noverre (1727-1810), o criador do balé moderno.
Entre os objetivos do Dia da Dança estão o aumento da atenção pela importância da dança entre o público geral, assim como incentivar governos de todo o mundo para fornecerem um local próprio para dança em todos sistemas de educação, do ensino infantil ao superior.
Quanto ao Dia Internacional do Sorriso não me ocorreu nada melhor:
Diz a caixa a vermelho, quanto às faltas ao Plenário dos Deputados da A.R. :
7- A palavra do deputado faz fé, não carecendo por isso de comprovativos adicionais. Quando for invocado o motivo de doença, poderá, porém, ser exigido atestado médico caso a situação se prolongue por mais de uma semana.
Faz hoje 11 anos que Condeixa perdeu uma das suas figuras mais ilustres.
A 24 de Abril de 1998 falecia o artista António Pimentel, Topi ou Tópi como carinhosamente era tratado entre os amigos.
“Não seria já tempo da Câmara Municipal, democrática, homenagear este democrata, atribuindo o seu nome a uma das muitas ruas da vila?“ como escreveu e bem o seu condiscípulo e amigo Cândido Pereira.
Como ilustrador António Pimentel colaborou nas seguintes obras literárias:
1. As portas que Abril abriu / Ary dos Santos ; il. António Pimentel. 1a ed. Lisboa : Comunicação,. 1975.
2. O livro da Stelinha / Lília da Fonseca; il. António Pimentel. 2a ed. Lisboa : Seara Nova,. 1977.
3. Os 12 irmãos : fevereiro / Soledade Martinho Costa ; il. António Pimentel. [S.l. : s.n.],. 1981.
4. Os doze irmãos : Março / Soledade Martinho Costa ; il. de António Pimentel. 1986.
5. Os doze irmãos : Janeiro / Soledade Martinho Costa ; il. de António Pimentel. 1986.

Ary dos Santos e Topi
[...]
Devo a ideia de dar nova vida àquela casa inexoravelmente moribunda a um grande nome das nossas artes plásticas: António Pimentel (Tópi para os íntimos, natural de Condeixa).
Fiquei maravilhada com a casa que construiu, quando regressou de França, a partir de uns palheiros, em Alcabideque (aldeia a cinco minutos do Bom Velho de Cima) e avancei com a reconstrução da minha.
De tal modo o António Pimentel ganhou novo entusiasmo, que acabou por adquirir outra casa velha no Bom Velho e a fazer dela o belo estúdio/galeria onde trabalhava e expunha as suas obras. Estúdio/galeria que, após o seu prematuro falecimento, se mantém, gerido pela sua viúva, a pintora Collete Villate.
Muita gente famosa conhece o Bom Velho de Cima: actores, pintores, cantores, músicos, escritores, jornalistas…Amigos do António Pimentel e da Colette e também meus. Amália Rodrigues preparava-se para ir até lá, não fora o seu falecimento repentino: «Já que vossemecê fala tanto no Bom Velho, eu sempre quero ver como é!». Dulce Pontes e Isabel Silvestre, além de outros amigos, foram minhas convidadas. Assim como Eunice Munhoz, Sinde Filipe, João Perry e outras caras conhecidas, foram convidados do Tópi.
[...]
Extraido do blogue da escritora SOLEDADE MARTINHO COSTA http://sarrabal.blogs.sapo.pt/2008/08/ Foto: digitalizada de livro ofererecido e autografado por Topi com dedicatória a seu amigo Cândido PereiraComemora-se a 18 de Abril.
O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi criado a 18 de Abril de 1982 pelo ICOMOS (Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios) e aprovado pela UNESCO.
O dia tenta dar visibilidade aos monumentos e sítios (arqueológicos, bairros históricos…).
Em Portugal o dia passa um pouco desapercebido e em Condeixa nem se fala…Entidades que têm responsabilidades a nível patrimonial pouco se envolvem.
A população em geral quase que desconhece este dia.
Cativar e levar os portugueses, neste dia, a visitar monumentos onde existissem acções de consciencialização era uma ideia que deveria ser implementada!
Até ao momento não existe conhecimento de qualquer actividade no concelho de Condeixa relacionado com Dia Internacional dos Monumentos e Sítios !
[continuação]
Entre 1956 e 1997, são incontáveis as exposições realizadas [por Topi], em Portugal e no estrangeiro, por este notável artista condeixense e os seus trabalhos estão distribuídos por vários museus e espólio de coleccionadores.
A obra pública, manifesta-se em:
Apenas mais um pormenor da personalidade deste ilustre condeixense.
António Pimentel, na juventude aprendeu a tocar guitarra de Coimbra com um exímio artista autodidacta condeixense, António Pessoa, que mais tarde fez carreira como profissional numa casa de fados em Lisboa. Durante a década de 1950, Topi acompanhou à guitarra os cantores de Condeixa, nas muitas serenatas que então se faziam às moças do tempo.
Vítima de doença oncológica, veio a falecer no dia 24 Abril de 1998 na sua Casa dos Bentos, em Alcabideque, sendo o funeral realizado no dia 25 de Abril, quando em Condeixa se comemorava a data da Liberdade, uma liberdade pela qual sempre lutou.
Não seria já tempo da Câmara Municipal, democrática, homenagear este democrata, atribuindo o seu nome a uma das muitas ruas da vila?
Texto: CÂNDIDO PEREIRA Edição: MNujo
Aproveitando a feliz ideia de transpor para o blogue do Orfeão a biografia de ilustres condeixenses, vou tentar dar a conhecer um pintor de renome internacional. O Topi, nome com que inicialmente assinava as suas obras, foi meu condiscípulo e grande amigo até aos últimos dias da sua vida. Esta biografia é a homenagem que lhe presto, a poucos dias do aniversário do seu falecimento.
António Manuel Moita Pimentel, nasceu no dia22 de Janeiro de 1935 em Condeixa. Desde muito novo, apenas com quatro anos de idade, começa a revelar a sua apetência pelo desenho, privilegiando temas como o Cinema e a Aviação. Na Escola Primária (Conde de Ferreira) é a disciplina de desenho que mais o entusiasma.
Concluídos os exames da Instrução Primária, frequenta o colégio particular do Professor António Mateus. Mais tarde, continua os estudos liceais em Coimbra. E é nesta cidade que trava conhecimento com vários pintores de arte. A sua primeira experiência de ensino artístico, é obtida com o artista conimbricense Carlos Ramos, em 1950. Mais tarde, recebe lições de cerâmica do pintor Mário de Oliveira Soares, nas Fábricas Lufapo-Coimbra.
Em 1956 em conjunto com jovens pintores de Coimbra, organiza o 1º Salão de Artes Plásticas dos Novos de Coimbra, onde são expostos trabalhos de pintura, escultura e cerâmica.
Em 1957, António Pimentel organiza a sua primeira exposição individual, na Sala de Exposições do “Primeiro de Janeiro”, na Rua Ferreira Borges em Coimbra, com texto de apresentação de Manuel Deniz Jacinto. Obtém uma resposta pública positiva. Nesse mesmo ano, funda com artistas estudantes, o Circulo de Artes Plásticas da Associação Académica de Coimbra, dirigido pelo Mestre brasileiro Waldemar da Costa. Nessa época realiza alguns cartazes e Material Gráfico publicitando iniciativas de índole académica.
[continua] Texto: CÂNDIDO PEREIRA Edição: MNujo
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