No próximo sábado dia 28 de Abril o Orfeão de Condeixa vai participar no Encontro de Coros organizado pelo Coro do CIRAC (Círculo de Recreio, Arte e Cultura de Paços de Brandão) em Paços de Brandão, concelho da Feira.

No próximo sábado dia 28 de Abril o Orfeão de Condeixa vai participar no Encontro de Coros organizado pelo Coro do CIRAC (Círculo de Recreio, Arte e Cultura de Paços de Brandão) em Paços de Brandão, concelho da Feira.

Disseram-me (porque estive muito ocupado a ver o Glorioso) que o espectáculo foi magnífico e a exceptional acústica da Igreja Matriz colaborou neste 10º Aniversário do Coral de Canas de Senhorim.

Coral Canto e Encanto
O Grupo Coral Polifónico Canto e Encanto de Canas de Senhorim, aniversariante e anfitrião, dirigido pelo maestro Cristóvão Ramalho abriu o espectáculo comemorativo do 10º Aniversário daquele Coral.
Entre outros convidados estiveram presentes a Srª Isaura Leonor Marques Figueiredo da Silva Pedro, Presidente da Câmara Municipal de Nelas e o Sr Presidente da Junta de Canas de Senhorim.

Orfeão Dr João Antunes
O Orfeão Dr. João Antunes dirigido pelo maestro António Pedro Devesa actou de seguida. O Orfeão rejuvenesceu um pouco em Canas de Senhorim com a estreia de uma jovem coralista – a Leonor (e não a sua irmã Inês como inicialmente referi por lapso) – filha do nosso maestro. Nos próximos espectáculos julgo que poderão acontecer mais estreias…
A festa continuou num restaurante local onde se cantaram os parabéns, cortou-se o bolo e serviu-se champanhe.

Desejamos que o Coral Canto e Encanto celebre Aniversários por muitos e Bons Anos cheinhos de Sucessos. Agradecemos a bonita recepção em Canas de Senhorim.
Os nossos agradecimentos também à C. M. Condeixa pelo apoio, desejando rápidas melhoras ao Sr. Presidente.
fotos enviadas por Rafel GraçaO Inverno traz o frio e a gente acomoda-se. Problema mesmo é quando o Orfeão se esgueira rumo ao Pinhal Interior e alcança Figueiró dos Vinhos. À chegada, a iluminação dá colorido à nudez das árvores. “Milhares” de luzinhas desenham o campanário da Igreja Matriz em contraste com o azul do Céu.
Ali mesmo ao lado, a fogueira aquece o presépio e lembra o Natal. Frio, frio e mais frio à mistura com chuva já quase, quase neve e nu o Menino ali no adro bem nutrido e rosado a fazer inveja ao tiritar dos naipes.

E foi mesmo o Natal que se lembrou de acomodar tanta gente num fim de tarde gélido na igreja artificialmente aquecida para dar as boas vindas ao Orfeão Dr João Antunes.

Natal não seria Natal sem a capacidade de aceitar e perdoar. Negociamos o lapso no cartaz com o esquecimento das prendas. As prendas, chegarão em mão lá para sexta-feira. Ficaram retidas “nas obras das Estradas do Pinhal Interior”. As prendas vão demorar, mas chegarão primeiro que as obras…

A prenda para o Coral S. João Baptista com enfeites de Natal: luzes e neve
O Concerto foi magnífico e uma óptima oportunidade para o regresso do Grupo Coral S. João Baptista com os seus 32 anos de existência como coro residente da Igreja Matriz. Ficou provado que é possível conciliar sacro com profano sem desvirtuar o Espírito Natalício. Muitos êxitos para o Coral S. João Baptista.

A Fundação A LORD
deseja-lhe
um Feliz Natal e
um Próspero Ano Novo
O Orfeão de Condeixa agradece e retribui com Boas Festas para Fundação A LORD, associados e familiares.
[Domingo 19 Julho 2009, 17 horas, Cine Teatro de Condeixa - ENTRADA LIVRE]
Grupo Coral Columba
O Grupo Coral Columba existe desde 3 de Setembro de 2003. Sendo de criação recente é, todavia, resultado de vários anos de trabalho e de actividade do canto coral, desenvolvidos quase exclusivamente ao nível da música litúrgica, pelo grupo coral paroquial, no qual teve a sua origem. Conta actualmente com cerca de 50 coralistas com idades compreendidas entre os 11 e os 67 anos, distribuídos pelos naipes Sopranos, Tenores, Contraltos e Baixos. É apanágio do Grupo o culto da arte do canto e da união entre as gentes da freguesia de Casal Comba e de todos aqueles que de outras paragens comungam do gosto pela música. Das actividades desenvolvidas destacamos: Participação na Festa do Avante em 2004; concertos de divulgação pelo Concelho de Mealhada e um pouco por todo o país; a primeira internacionalização ocorreu em 2004, participando num encontro de coros em Naron (Espanha); participação nas Primeiras Jornadas Culturais do Concelho da Mealhada em 2006 e realização e participação nos concertos de Natal desde a sua criação.
Dirige o Coral Columba, desde a sua fundação, o Maestro Celestino Ortet. Natural de Cabo Verde, estudou nos Conservatórios de Lisboa e do Porto onde concluiu os cursos gerais de canto e piano e o curso superior de composição.
Criou e dirigiu diversas escolas de música, sobretudo no interior do país privilegiando as classes menos favorecidas.
É professor de expressão musical, de educação e formação musical e de piano desde 1972.
É compositor de diversas obras de índole sacra, litúrgica, profana, culta e contemporânea bem como de inúmeras obras infantis e juvenis desde 1969, tendo ganho diversos primeiros prémios em festivais de âmbito nacional.
É maestro desde 1969 tendo dirigido entre outros o Coro de S. José (cidade da Praia) o Coro Misto da Universidade de Coimbra e ainda o Grupo Coral Oásis, o Coral Magister, Actualmente dirige o “Grupo Coral Columba” os “Pequenos Cantores de Cluny”, o “Cluny Vox” , coral das mães dos alunos “Stela Maris”, e recentemente “Canto Dívo” Com todos estes corais tem realizado variadíssimos concertos a nível nacional e internacional.
Repertório a executar:

Em dias de boa visibilidade avista-se São Jorge e o Pico

Nem aqui se respeita o Código da Estrada

O colorido da flora sobressai entre as rochas

Ainda restam algumas relíquias - carro com eixo e rodas de madeira

Igreja da Luz vista à noite (foto tirada sem tripé)

É impressionante a quantidades de moinhos de vento na maioria recuperados para habitação

As Festas do Espírito Santo são muito singulares na Luz

As chaminés com base trapezoidal sobressaem no horizonte com as suas formas variadas

Discurso de abertura pelo Sr Manuel de Oliveira Dias Provedor Sta Casa Misericórdia de Ovar

Orfeão Dr João Antunes abriu o concerto

Orfeão Dr João Antunes

Orfeão Dr João Antunes

Tuna Perosinho

Coral Gerações encerrou o espectáculo

Final Concerto

Coral Gerações - "abertura da III Parte"

Maestrina Sílvia Dias da Tuna de Perosinho

Mastro Pedro Devesa entrega lembrança a Otília Neto

Palmas para Rui Resende um artista da casa que canta e encanta

O comboio anda sem parar...

As cozinheiras da Sta Casa Misericórdia Ovar
Qualquer boletim informativo independente, como é o nosso caso, tem o dever de informar com imparcialidade e rigor com que temos habituado os nossos fieis leitores.
Por vezes custa, mas temos que ter hombridade suficiente para nos momentos difíceis reconhecer a derrota.
Pois é! O Orfeão de Condeixa sofreu uma estrondosa derrota na sua recente deslocação à Graciosa. Convencidos que éramos campeões na arte de bem receber os nossos convidados, fomos traiçoeiramente esmagados pelas gentes do Grupo Coral da Luz (Graciosa-Açores) que não nos deram descanso nos 5 dias passados na “Ilha Encantada” como a classificou António Couceiro, Presidente do Orfeão, para justificar a queda para o 2º lugar no ranking da “Arte de Bem Receber”.
Os motivos porque fomos derrotados…

... logo à chegada mesa farta
… e nos dias seguintes…

Cozido

Sopa do Espírito Santo

... e piqueniques
…são uma pequena amostra dos motivos que estiveram na origem de alguns vira-casacas mudarem de clube e adoptarem o slogan “Eu quero ir p´ra Ilha” .

Vira-Casacas
Aqui de Condeixa, um grande abraço para o pessoal da Graciosa e em especial para os nossos amigos da Luz.
MNujo
Tavira – Igreja da Misericordia
Mais do que memorável, inesquecível será o adjectivo mais correcto para classificar a deslocação do Orfeão a Tavira no passado fim de semana.
Independentemente da actuação do Orfeão que brilhantemente representou Condeixa na lindíssima Igreja da Misericórdia de Tavira, a Associação Orfeão Dr João Antunes cumpriu também um papel social perante uma faixa etária dos 16 aos 79 anos. Imagine-se: alguns coralistas mais avançados na idade desfrutaram do clima algarvio pela primeira vez…
Com pontualidade “Britânica” ou não fosse o “ALLGARVE” o nosso destino, o trânsito da Rua de Condeixinha foi entupido pela extensa fila de viaturas perfiladas em frente do portão do ATL da Santa Casa da Misericórdia, a aguardar acesso a um estacionamento seguro. O que seria do Orfeão sem a Rainha Dona Leonor…!!!
E como palavra de Presidente é para cumprir, às 7h45 menos um minuto os portões abriram-se. Numa azáfama desenfreada de tomar os melhores lugares nos autocarros ninguém se lembrou da logística musical…daí, entrar em acção antes do nascer do sol uma nova Secção do Orfeão, secção com cada vez mais trabalho nos últimos tempos: a Secção dos “Galegos”.
E como “quem não é para comer também não é para trabalhar“, às 11h30 (a meio caminho do Algarve) já se fazia fila à porta da Chaminé para marcar almoço enquanto a maioria desfrutava e partilhava mesa farta à boa moda portuguesa, com a ajuda do S. Pedro e bem regada com alguma água lá dos lados de Vila Seca.
Lá para as cinco e meia, depois de instalados no Inatel de Albufeira onde alguns tiveram oportunidade dum “XóXó-Cavalito” nomeadamente os Aniversariantes e em exclusivo para aqueles que trouxeram “botas de montar velhas”, com muito esforço rumou-se folgadamente à Via do Infante com destino a Tavira para antes do espectáculo e em local ideal tirar a tão desejada foto de grupo, que honre qualquer cartaz de inicio de Primavera .
Com direcção a “Espanha onde não gostam de ver bons princípios…“, eis que de repente avaria um dos autocarros. Enquanto os mecânicos de ocasião e motoristas de serviço, Carlos Matias e Zé (que mais não sei) de seus nomes, tentam sem sucesso continuar em frente com o grupo coeso. O tempo passa, as congeminações surgem e o stress aumenta. Já se fala em alugar Táxis…
Parte-se a caravana ao meio. À espera da assistência da A22, nome moderno para a Via do Infante, vê-se partir um dos autocarros porque a hora estava a chegar e o Orfeão abria o espectáculo. É caso para dizer: sem Orfeão não há animação.
Do outro lado, já a Drª Margarida Guedes disponibilizava os bons ofícios da Câmara Municipal de Condeixa, e como a Cultura não podia ficar mal, já autorizava o aluguer de um autocarro, que não veio a ser necessário porque a “burra”quando entendeu lá se pôs a caminho e o espectáculo até começou mesmo com dez sem aquecimento. São mesmo uns artistas, nem precisam de aquecer para dar espectáculo. Não se podem é habituar muito a chegar tarde, pode-lhes acontecer como ao “burro do espanhol”. Morreu desgraçadamente quando se habitou, neste caso, a cantar sem aquecer…
Mesmo, mesmo o pior, foi que o raio da foto de grupo na escadaria da Igreja da Misericórdia já era. A noite tinha chegado na companhia da chuva e ninguém deu por ela, a falta da foto claro…, só pensavam em comer.
Lá partiram…e digeriram.
A noite ainda não atingia o pino e já os meus camaradas e colegas da PSP entravam discretamente no rescaldo do jantar, entretanto transformado em livre baile-concerto pela mão do Coral Harmonia, lembrando que a Lei do Ruído é para cumprir e também se aplica aos grupos corais.
Mas quem é que se lembra de finalizar um Encontro de Coros num prédio residencial? A incompatibilidade é total: o descanso do silêncio não combina com a alegria e confraternização de coralistas acabadinhos de esgotar a garrafeira dos nossos anfitriões do Coral de Tavira, abismados com o poder de encaixe das gentes de Condeixa em Harmonia com os de Santiago do Cacém e com alguns de Tavira. É que atravessar o tórrido calor do Alentejo à chuva e ultrapassar as inesperadas agonias da Via do Infante provoca calores e dá securas…E claro está, tem que se fazer jus ao Patrono, todo ele pantagruélico bem regado…
Já na rua, o calor era muito, o discernimento pouco, trocavam-se os nomes, Nelo e Nelito à mistura com ovos arremessados lá do alto para silenciar as vozes esganiçadas quase estrelavam o Bacalhau.
O último dia chegou. Ainda no restaurante do Inatel e após o almoço, não se iniciou o regresso sem antes brindar os presentes, na sua maioria espanhóis, com um mini-concerto surpresa efusivamente ovacionado. Mesmo, mesmo a sair, do material saído da Sex Shop forçada a abrir pelo imenso desejo de brindar 0s 56 anos do Casal Maria do Céu e Luís Oliveira, oferecido após se lhes ter cantado os parabéns, só mesmo a langerie foi publicamente provada. Foi um sucesso… Só um reparo:
-Dona Céu, este “fio dental” não é para usar prós lados da boca…sendo a primeira vez, está perdoada.
Pena tenho de não ver todos os candidatos a sucessores do famoso Zé Cabra na viajem de regresso em plena actuação e cristalina afinação, agarrados estericamente ao micro, mesmo antes da cambalhota final das chaves esquecidas, do “assalto” ao portão, da mala perdida duas vezes, etc, que as misérias já são mais que muitas…
Ai s’a GNR aparecesse… coisa rara de acontecer. Isso é que era acabar a noite em grande. Mas também a crise não era para temer, já estavam habituados a lidar com a Polícia (de Tavira).
Ah! Já me esquecia:
- Oh Dona Lola, fazer XóXó é em privado. Isso de se deitar (ao chão) logo à saída do autocarro e em público tem que acabar. Haja decência…podia esperar até chegar a casa ( e…que não se tenha magoado com a queda).
E tudo isto porquê?
Porque o trabalho da Secção dos Galegos não é distribuído por todos linearmente e equitativamente.
Caso fosse, não havia motivos para testarmos as nossas capacidades colectivas, de nos aturarmos uns aos outros, de ouvir raspanetes em silêncios bem merecidos e eu não tinha tanto assunto para vos presentear.
O Orfeão é uma Nação (muita “piquinina” e sempre em crescimento se todos ajudarem).
POR TUDO ISTO PODEMOS DIZER QUE É MEMORÁVEL, porque como diz o Sr Luís:
- “ESTAMOS A FAZER HISTÓRIA”.

P.S.: Não se esqueçam que os aviões para os Açores não param para os passageiros irem às compras ou à casa de banho
A Delegação de Coimbra do INATEL não se fará representar amanhã no X Encontro de Coros, conforme carta que amavelmente nos endereçou, e que se publica para conhecimento dos associados:
Agradeço o amável convite formulado por V. Ex.ª para estar presente no vosso X Encontro de Coros, que se realiza amanhã, dia 4 de Abril de 2009 mas, devido a compromissos assumidos anteriormente para a mesma data e também ao facto de não ter, neste momento, Animadores Culturais, não me será possível comparecer nem fazer representar-me, o que muito lamento.
Com os melhores cumprimentos
ac
O Delegado
João Fernandes
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